João Alves-Carita

2012 / 16 Setembro

Trabalhadores do Comércio – Chamem a Polícia


Chamem a policia, chamem a policia,
Chamem a policia Chamem a policia, queu num pago.

Eram dez para uma no restaurante
Almoçava alarve mente
A meio do café um garçon pedante
Chegou-se e pôs-ma conta frente
Atao bebi o brande todo dum trago,
Berrei pró homem num pago, num pago;
O gaijo bronco chamou o gerente,
Saltei pa trás, saquei, saiu o pente…
Pra num andar cadeiras pru are,
Atao pus-ma gritar:

Refrão

Fui ver Lisboa a noite
Parei no Rossio
Numa noite sem frio
Mandei vir uma cola
E um guardanapo
E o cara de sapo
Pediu me logo o taco o malcriadao
Num me contive passei lhe um sermão
Disse qu’era uso da confeitaria
Qu’era mais seguro no tempo que corria
Fazia andar com cadeiras pro ar
Então pus-me a gritar!

Refrão

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