João Alves-Carita

2010 / 26 Abril

O poder de uma decisão…


Somos crianças…

…não temos poder de decisão…

Temos 18 anos…

…já podemos decidir o que fazer à nossa vida…

Somos maiores de idade…

… mas comportamo-nos como crianças!

Não saber o que se quer é a maior infantilidade que existe! Não ‘ter tempo’ para se pensar nisso então nem falo…As melhores decisões são aquelas que são tomadas naturalmente, isto é, quando as assumimos como um rumo orientador da nossa vida!

As decisões têm de partir de cada um de nós… não são propostas por ninguém ou aprendidas nos livros…

Numa relação a dois, por exemplo, é fundamental que cada um saiba o que quer… mas mais fundamental ainda é que ambos saibam o que querem para que dessa forma remem para o mesmo lado!

Outro aspecto que queria realçar é que as decisões não são rígidas… elas podem ser alteradas conforme as circunstâncias… nada neste mundo fugaz e instantâneo é ‘para sempre’, porque raio é que as decisões tinham de ser?

O que numa altura parecia certo não quer dizer que momentos depois ainda o seja…

Mais vale voltar atrás com uma decisão enquanto é tempo do que segui-la adiante por mera teimosia!

E só assim o Sol volta a brilhar!
  • Perante este post digo que sou uma eterna criança, principalmente pela fase em que estou a passar.
    Tantas decisões por tomar e sem saber por qual optar, que as vezes gostava de fazer como tu dizes:
    “As melhores decisões são aquelas que são tomadas naturalmente, isto é, quando as assumimos como um rumo orientador da nossa vida!”, o problema é saber qual o rumo orientador da nossa vida.

    Sei que as decisões “não são propostas por ninguém ou aprendidas nos livros…”, mas era tão bom e tão mais facil se assim fosse, sei que não aprenderiamos nada com isso, mas….

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  • Decidir é uma palavra tão forte, prefiro tentativas, são mais despretensiosas e não dão a obrigação de empre acertar.

    Beijo =)

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